Porque Há Tantos Imigrantes em Subempregos e Como Evitar que Isso Aconteça com Você

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by Emergency Brake / Wikimedia Commons / CC BY 2.0

Se tem algo que assusta quem acabou de receber o diploma universitário é ficar desempregado ou não conseguir trabalhar na mesma área de formação. Afinal, quem é que sonha em estudar por anos a fio e depois não colocar em prática o que aprendeu na sala de aula?

Se você está de mudança de país e quer continuar a exercer a mesma profissão também deve estar passando por esse temor.

Uma das maiores dúvidas e preocupações de quem quer fixar residência no Canadá é saber exatamente o que fazer para seguir a mesma carreira para a qual se qualificou no Brasil.

Além de checar o que as entidades acadêmicas e profissionais requerem em termos de documentação, equivalência de diplomas e etc, é importante entender as razões pelas quais existe um considerável número de imigrantes ainda procurando emprego ou trabalhando em funções inacreditavelmente aquém das suas habilidades.

A Canadian Immigrant Magazine citou como um dos principais motivos o grande número de imigrantes com diplomas universitários em vez de certificações mais técnicas e mais voltadas para o lado prático. 

Além disso, afirma existir uma desconexão entre o que os empregadores procuram, o que o mercado precisa e no que os universitários se graduam.

Ou seja, essa incompatibilidade é explicada pela procura por cursos universitários que formam o aluno para ter uma carreira enquanto a demanda é por profissionais que já estão prontos para colocar a mão na massa

Além da conjugação da teoria com a prática, o peso que se tem dado atualmente é na capacidade de acompanhar as tendências do mercado e adaptar-se às novas tecnologias. O título acadêmico obtido já não é mais tão relevante.

E, de acordo com uma pesquisa realizada por consultores de gestão, a incongruência está na disparidade entre oferta e procura, na quantidade de profissionais muito qualificados para algumas vagas e de poucos experts suficientemente qualificados para outras.

Essa desigualdade gera problemas para todos: os candidatos não encontram empregos ou têm que se contentar com uma oferta abaixo de suas expectativas e do seu potencial de crescimento. E os empregadores, por sua vez, têm carência de mão-de-obra para determinadas atividades, o que acaba afetando a produtividade porque não conseguem empregados com as habilidades e experiência necessárias.  

E por que isso acontece?

Porque as universidades e faculdades criam programas de estudo com base no que está na moda ou no que é mais necessário no momento. Porém, fatores tais como orçamentos, política, burocracia ou outros de ordem mais prática, como a ausência de pessoal ou tecnologia, podem retardar o processo de implementação de um novo programa.

E porque determinadas carreiras levam de 2 a 4 anos para formar um profissional, quando estes graduados estão prontos, as necessidades do mercado podem já ser outras.

Com a imigração não é muito diferente. Enquanto os governos federal e provincial estabelecem as regras com base na escassez de certos nichos, a lentidão para analisar os processos de pedido de residência faz com que levem anos até que os imigrantes cheguem ao país. E isso pode ser tarde demais.

Existe também a falta de pesquisa de mercado, que todos os candidatos a emprego ou alunos ingressando em universidades deveriam fazer. Desconhecer o que o mercado quer pode tornar tudo mais difícil.

Mas, afinal, o que você pode fazer para corrigir esse quadro

São 5 atitudes que devem ser tomadas para superar os problemas apresentados.

A número 1 é levar a sério a pesquisa sobre o mercado de trabalho. Ler nas entrelinhas. Fazer o maior número de entrevistas possível. Participar de grupos de mídia social e acompanhar as tendências. Ler publicações especializadas.

Você precisa entender o que está acontecendo na sua indústria, com a economia do seu setorMesmo que você tenha anos de experiência, você é novo no mercado canadense. Informe-se com os especialistas.

A segunda atitude é ampliar os horizontes. A definição dos cargos de trabalho está mudando. A hierarquia também. Muitas vezes as oportunidades estão mais abertas para quem tem mais anos de prática do que uma parede cheia de diplomas pendurados.

Outra atitude é olhar para as economias emergentes. Que tipos de empresas, parcerias, modelos e empregos estão surgindo? Como as suas habilidades podem ser transferidas para esses mercados?

Ter estratégia também é primordial. Não estudar mais do mesmo. Se não encontrar um trabalho na sua área, não volte para sala de aula para aprender a mesma coisa. Você pode precisar somente de cursos práticos e de atualização e não de uma dissertação de mestrado ou tese de doutorado para voltar à ativa.

E por fim, a atitude número 5 é conhecer bem suas chances reais de empregabilidade. Você sabe quais são suas maiores habilidades? Sabe como destacá-las? Ter clareza a respeito das aptidões que cada cargo demanda, e se você realmente as têm, é economizar tempo procurando o emprego errado.

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